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O que é conversão? Conversão é um indicador de performance de uma campanha de marketing. É pela taxa de conversão que definimos se uma campanha está alcançando os objetivos desejados. Assista ao vídeo e entenda como usar a conversão em suas estratégias de marketing digital:
Tipos de conversão (compra, chamada, contato, inscrição)
No marketing digital é possível mensurar todas as ações realizadas por um potencial cliente. Um objetivo que todos conhecem é a realização de compra em uma loja virtual, porém existem outras formas de conversão como: solicitação de orçamento no site, cadastro em um formulário, cliques em número de telefone no site, chamadas realizadas em dispositivos móveis, visualização completa de um vídeo, entre outros.
Como Funciona? (colocando código no site)
A maioria das conversões é necessário a inclusão de um código de conversão no site para identificar que a conversão foi realizada, assim toda vez que a ação desejada for realizada, o código de conversão será lido pelo navegador e a conversão contabilizada.
Principais ferramentas de marketing (Facebook ADS, Google ADS e Google Analytics)
Entre as principais ferramentas que disponibilizam códigos de conversão estão o Google ADS e Facebook ADS, sendo que no Facebook o código é chamado de Pixel de Conversão.
– Google Analytics – Aba e-commerce (Comércio Eletrônico) e Metas
Para identificar conversões de sua loja virtual no Google Analytics é possível configurar a aba e-commerce, onde serão passadas todas as informações das transações realizadas em seu comércio eletrônico.
Para quem não realiza venda direta no site, o Google Analytics oferece outro método de contabilizar conversões, são as Metas (Goal). Algumas metas são fáceis de serem criadas como a visualização de uma página importante, outras precisam de ajustes no código do site.
Em toda estratégia de marketing é necessário identificar o objetivo e o retorno desejado, nem sempre a conversão estará relacionada ao retorno financeiro de imediato, por meio de compra de um produto ou serviço.
Outros objetivos podem ser:
Criar uma lista de 150 novos potenciais clientes por mês com investimento de R$300 (Taxa de conversão esperada: média de 5 contatos/dia – Custo máximo da conversão R$2,00)
Exibir vídeo de lançamento de um produto para 6.000 potenciais clientes em um mês com investimento de R$900 (Taxa de visualização média: 200 visualizações/dia – Custo máximo da Conversão R$0,15)
Alcançar 600 downloads de e-books em um período de 10 dias com investimento de R$270 reais (Taxa de visualização média: 60 downloads/dia – Custo máximo da Conversão R$0,45)
Obter 300 Solicitações mensais de orçamento de um serviço com investimento de R$7.500 (Taxa de contatos média: 10 orçamentos/dia – Custo máximo da Conversão R$25,00)
– Conclusão
Sem as conversões fica praticamente impossível saber se sua estratégia precisa ser ajustada no decorrer de campanha de marketing digital e muito menos saber se o resultado final da campanha alcançou o objetivo da empresa.
Será que vale investir em Marketing Digital com o mercado atual apresentando baixo crescimento, pois houve uma grande desaceleração no mercado e há uma tendência de entrar em recessão. Mas afinal o marketing digital pode ajudar uma empresa superar uma crise?
Como superar a crise financeira investindo em marketing digital
Você sabe como atrair novos clientes investindo em marketing Digital? Como manter os clientes atuais? Ao investir em marketing digital, que resultados minha empresa terá? Estas dúvidas são muito comuns geralmente aparecem em período de crise econômica.
Para entender como sua empresa pode investir em marketing digital e conquistar um retorno positivo é preciso que se analise o segmento de mercado em que está atuando, cada segmento tem as suas especificidades, que são importantes para definir quais ações se deve tomar.
Analise o mercado
No mercado podemos categorizar os serviços e produtos como: básicos ou fundamentais, essenciais e supérfluos. É preciso identificar em qual categoria o seu segmento de produtos e serviços se encontra para definir o seu objetivo, e criar as estratégias e ações certas para o seu negócio.
São considerados básicos ou fundamentais todos os produtos e serviços que são indispensáveis para uma empresa ou pessoa. Bons exemplos de produtos e serviços fundamentais água e energia elétrica.
Já os produtos e serviços essenciais são aqueles considerados muito importantes, que proporcionam grande rentabilidade para uma empresa ou sacia uma importante necessidade de uma pessoa, mas que dependendo do nível da crise podem ser dispensáveis ou substituídos. Um exemplo é o transporte, uma pessoa precisa de deslocar de um local para outro, mas pode fazer de diversas formas: por meio de um carro próprio, taxi, ônibus, motocicleta, bicicleta, carona ou simplesmente ir a pé.
E por fim, os produtos e serviços supérfluos são os primeiros a serem dispensados em momentos difíceis. Um exemplo é a TV por assinatura, você pode simplesmente deixar de assinar uma TV por assinatura para cortar gastos.
Já identificou em que categoria a sua empresa se encontra? Agora chegou a hora de entender como investir em marketing digital pode ajudar a reter e conquistar novos clientes.
Investir em Marketing digital na crise
O marketing digital pode ajudar tanto as empresas que oferecem serviços básicos ou fundamentais, essenciais e supérfluos. No entanto as ações de retenção e conquista de clientes são diferentes para cada deles. Abaixo veja como investir em campanhas de marketing digital de acordo com o perfil dos serviços e produtos de sua empresa:
Como investir em marketing digital para produtos básicos ou fundamentais
Ninguém deixa de consumir produtos básicos e fundamentais, mas o seu consumo pode ser reduzido, ou devem ser reduzidos. Estamos presenciando uma crise energética e hídrica no sudeste, esta crise é capaz de interferir na economia de todo o país, pois além da rede elétrica ser toda interligada, a economia do sudeste é muito importante para o desenvolvimento do país.
Investir em campanhas de marketing digital sobre a conscientização e o uso racional da energia elétrica e água são importantes antes da instalação de uma crise no mercado e a mesma deve ser intensificada em momentos de crise.
Não apenas as distribuidoras de água e energia devem investir em campanhas de marketing digital, um exemplo são os postos de combustíveis que realizam o serviço de lava-jato como brinde para os seus clientes, estes podem divulgar a água é reutilizada para outras tarefas ou divulgar a substituição deste serviço por outro que reduz o consumo de água e energia, ou simplesmente divulgar a suspensão temporária visando o melhor para a população.
Como investir em marketing digital para produtos essenciais
Para manter as vendas de produtos essenciais é preciso se destacar em relação aos concorrentes, este é o momento de deixar bem claro os seus diferenciais nas ações de marketing digital.
Um exemplo são as farmácias, em momento de crise os clientes deixam de comprar em uma farmácia que possui um atendimento exemplar, pois o consumidor fica mais sensível a preço. Por isso é importante ressaltar a importância dos diferenciais da empresa mostrando que o seu custo benefício é maior do que o do concorrente.
Esse pode ser o momento de divulgar que sua empresa faz entrega em domicilio, atende em horários estendidos ou 24 horas, ou realizar promoções de outros produtos de cosméticos como chamariz, tudo isso pode ser feito investindo em marketing digital.
Como investir em marketing digital para produtos supérfluos
Os produtos e serviços supérfluos são os primeiros serem descartados, por isso o investimento em ações de marketing digital devem ser rápidas. Em alguns casos os supérfluos são substituídos por opções mais econômicas em momentos de crise, sua empresa deve estar preparada para oferecer opções mais acessíveis. Uma pessoa não deixa de comer, mas ela pode deixar de comer um almoço sofisticado para um simples lanche mais econômico.
No caso de um exemplo de um restaurante que oferece alimentação saudável e balanceada como grelhados e saladas, ela pode divulgar por meio de campanhas de marketing digital que além do almoço, oferece opções de sanduíches naturais, que são nutritivos e econômicos.
A ideia é oferecer algo mais acessível para não perder o cliente, e quando ele tiver novamente condições ele voltará a consumir o produto principal. Neste período é importante investir em marketing digital para divulgar as duas opções, assim ele fica ciente a existência do produto substituto, mas também não se esquece do foco da empresa.
Vale a pena investir em marketing digital?
Independente de ser um momento de crise é importante que o seu cliente saiba que sua empresa oferece algo relevante pra ele, não adianta sua empresa ter diferenciais se ela não divulga essa informação como uma vantagem relevante para o seu cliente.
A vantagem de investir em marketing digital é que seu custo é bem inferior ao da comunicação tradicional como jornais, revistas, outdoors, televisão, rádio entre outras mídias. Outra vantagem é a possibilidade de testes de conversão (teste A/B) e paralisação da campanha a qualquer momento.
No marketing digital a mensuração de resultados é bem mais precisa, pois é possível identificar quantas pessoas viram, de qual região, faixa etária, quantos clicaram, quantos compraram, quando compraram e muitas outras informações que ajudam a entender o comportamento do consumidor.
Ainda com dúvidas se realmente vale a pena investir em marketing digital? Não concorda com o que foi escrito aqui? Deixe um comentário com seus elogios, dúvidas, críticas e sugestões.
Você tem uma empresa pequena com área de atuação local e não possui verba disponível para usar em mídias tradicionais como TV, rádio, folhetos e outdoor? Já pensou em prospectar clientes pela internet para conseguir vender os seus serviços? Saiba que esta é uma ótima opção pra sua empresa.
Por que devo colocar minha empresa na internet?
Já deve ter escutado que a indicação, o famoso boca-a-boca, é a melhor propaganda para um negócio, né? Na internet a indicação é por meio de seus amigos nas redes sociais, se seus amigos curtem uma empresa, quer dizer que ela deve ser boa pra você também.
Medir a qualidade de um serviço é muito complicado, geralmente escolhemos por uma empresa por influência de uma indicação de uma pessoa próxima, ainda há casos que decidimos devido a influência publicitária ou confiança na marca.
Uma empresa que possui vários seguidores passa mais segurança e confiança do que uma empresa com poucos seguidores, e em relação a publicidade é o que oferece o melhor custo benefício, pois permite uma segmentação precisa, alto poder de mensuração e baixo custo, tudo o que os meios tradicionais não oferecem.
Não adianta mais ter medo de entrar em uma rede social achando que assim você estará protegido de criticas, pelo contrário você precisa estar presente para se defender, sempre com muita educação, claro. Um serviço online de qualidade, com SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) ágil e que realmente funcione é existencial para o futuro de qualquer negócio.
Um exemplo de empresa que se destaca na internet no mercado local de Campo Grande é a empresa Capital Caçambas, a estratégia usada é a de solicitar aos clientes um review, ou seja, um classificação do serviço em redes sociais.
No caso do Capital Caçambas a rede social escolhida foi o Google+, pois a avaliação aparece nos resultados das buscas e no Google Maps. O fato de ter mais avaliações dá a entender (no inconsciente do cliente) que a empresa tem mais clientes, se ela tem mais clientes deve ser melhor que as outras. Para saber mais sobre SEO Localclique aqui.
Meu cliente usa internet?
Pode ser que uma fatia de seu público-alvo ainda não esteja familiarizado com a internet, mas é bem provável que ele faça algumas buscas no Google antes de contratar um serviço ou busque informações da empresa no Facebook.
Você acha que o seu cliente não usa internet? Saiba que 50% dos brasileiros já possuem acesso a internet, desses mais de 80% estão conectados no Facebook e esse número continua em crescimento.
O seu cliente esta presente na classe C e D, saiba que eles estão consumindo cada vez mais serviços pela internet. O consumo pela internet cresce, pois o acesso a internet esta cada vez mais fácil com a popularização dos dispositivos móveis como celular, smartphones e tablets. Tá certo que nossa rede 4G é limitada em algumas regiões do país e a rede 3G é lenta, mas o fato de ter acesso a internet é o indício que você pode estar perdendo clientes se não estiver presente na rede.
Você já entrou em um site e depois ficou vendo ela em diversos sites além do YouTube e Facebook? Esse sistema de anúncio é chamado de Remarketing, mas afinal por qual motivo as empresas investem neste tipo de publicidade? Qual é o Objetivo?
O que é remarketing?
Para explicar melhor as vantagens do Remarketing, vamos comparar em uma situação de compra fora da internet, então imagine a seguinte situação:
Uma pessoa vai até um shopping e visita várias lojas de roupas, mas sai sem comprar nenhuma, no entanto uma das lojas posteriormente o vendedor entrou em contato com você lembrando que a roupa que você havia gostado, ainda estava disponível.
Qual é a chance de você comprar com a loja que entrou em contato com você e qual é a chance de você entrar em contato com as outras lojas, que não entraram em contato com você? A empresa que lembrou você sobre a roupa possivelmente terá mais chances, mas afinal, qual é a relação da ação desta loja com o Remarketing? Tudo!
O papel do Remarketing é fazer o mesmo do vendedor que ligou avisando que o produto ainda está disponível. Esse recurso esta disponível tanto no Facebook ADS (Ferramenta de publicidade do Facebook), quanto no Google AdWords (Publicidade do Google disponível em sites parceiros e no YouTube).
Como aproveitar os benefícios e vantagens do Remarketing
Qual é o custo de conseguir fazer com que o seu cliente volte até a sua loja? Com o Remarketing o custo é bem menor, isso é pelo motivo que você só vai divulgar um determinado produto ou serviço para pessoas que já mostraram interesse por este produto, a chances desta divulgação converter em vendas fica maior.
Tanto no Google AdWords, quanto no Facebook ADS é possível realizar diversas segmentações nos anúncios para conseguir exibir os anúncios apenas nos momentos em que o cliente estiver mais propício a realizar a compra.
Abaixo veja alguns exemplos de situações de uso de remarketing:
Exibir uma promoção de uma roupa apenas para pessoas que já acessaram aquela roupa anteriormente no site
Exibir o anúncio da roupa vista no site apenas quando a cliente estiver assistindo vídeos no YouTube sobre moda.
Exibir um anúncio em celular e smartphones com o número de telefone da mesma operadora do cliente
Você possui uma loja física ou uma ou uma loja virtual e agora está pensando como divulgar para o seu público-alvo pela internet? Se a sua resposta foi não, você deve repensar, mas se a resposta foi sim, você esta no caminho certo e vamos comprovar.
Uso de internet pelos brasileiros
O uso da internet esta crescendo constantemente, o Brasil é considerado como uma grande potência mundial na internet, e os números de pesquisas revelam que o Brasil não para de crescer.
De acordo com a IAB – Interative Advertising Bureau, o Brasil já possui 105 milhões de usuários de internet. Segundo dados da pesquisa Net Insight do IBOPE Media de 2013, são 52,5 milhões de usuários de internet ativos no Brasil, deixando o Brasil atrás apenas dos Estados Unidos (198 milhões de usuários ativos) e da Japão (60 milhões de usuários ativos).
Dados da pesquisa Net Insight do IBOPE Media de 2012 mostra que o Brasil é o país que mais passa tempo online, só no mês de dezembro de 2012 os Brasileiros passaram em média 43 horas e 57 minutos fazendo uso da internet o que fez o Brasil ser o país com a maior média de tempo de acesso a internet. A França, a segunda colocada, passou em média 39 horas e 23 minutos e a Alemanha 37 horas e 23 minutos gastos em média por cada usuário.
Importância do Facebook
De acordo com Facebook, o Brasil é o segundo país em número de usuários ativos (acessam diariamente) na rede e o terceiro em número de usuários cadastrados, São 76 milhões de brasileiros no Facebook.
Um ponto importante é a interatividade do brasileiro com marcas e empresas nas redes sociais. Em vários países a média de pessoas que já curtiram uma página de uma empresa é de 39% à 55%, no Brasil o percentual chega a marca de 77%, e aí sua empresa já esta sendo representada no Facebook?
A aceitação do Brasileiro com o Facebook é grande devido ao grande interesse dos nossos consumidores em ganhar vantagens das empresas como descontos, promoções, brindes e prêmios, mas também é grande a aceitação de consumidores que curtem empresas para se manter atualizados sobre serviços, produtos e lançamentos.
E o Comercio eletrônico?
Agora, dados que vão animar você a ter uma loja virtual, também segundo dados da comScore – Brasil Conectado/IAM Brasil 2013, 83% dos brasileiros já fizeram algum tipo de compra na internet.
O faturamento com vendas online vem em constante crescimento, passando de R$ 2,6 bi em 2007 para 12,7 bi em 2013, isto são apenas dados computados pelo e-bit e divulgados no WebShopper, sua pesquisa anual sobre comércio eletrônico.
Por que escolher a internet e não outra mídia
A internet já é o terceiro meio de comunicação mais usado pelo Brasileiro. Segundo a IBOPE, por meio da Target Group Index, 96% das pessoas assistiram televisão nos últimos 7 dias, 71% ouviram rádio nos últimos 7 dias, enquanto 60% acessaram a internet nos últimos 7 dias, índice maior do que pessoas que assistiram TV por assinatura com (44%), leitura de revista recentemente (32%), leitura de jornal recentemente (39%) e assistiram filmes no cinema nos últimos 30 dias (17%).
Televisão x Internet
Você acha que a televisão pode dar mais resultado que a internet para o seu negócio? Segundo os Indicadores da Internet no Brasil da IAB Brasil/2013 2/3 dos brasileiros dizem que a internet ajuda mais do que a televisão na decisão de compra de um produto. Isso é por que na internet o consumidor é ativo, ele procura informações e encontra, enquanto na televisão o consumidor é passivo, depende de você encontrar ele assistindo um programa no horário certo.
Já ouviu falar de uma nova tendência chamada de Second Screem (em português Segunda Tela)? Este fenômeno retrata as pessoas que assistem televisão, mas também fazem uso de outro dispositivo como celular, tablete ou computador, o estudo sobre investimento internet de 2013 da IAB Brasil identificou que 73% das pessoas que assistem televisão usam algum outro dispositivo com acesso a internet ao mesmo tempo.
Dados da pesquisa dados da comScore – Brasil Conectado/IAM Brasil 2013 mostram que a internet é a mídia favorita dos brasileiros, sendo que 40% dos usuários passam mais de duas horas por dia acessando páginas na internet, enquanto apenas 27% passam o mesmo tempo assistindo a televisão.
Atualmente as pessoas passam mais tempo na internet do que qualquer outro meio de comunicação, então o melhor é investir onde nossos clientes estão, certo? Sim, no entanto sua marca precisa ser conhecida e se relacionar com o consumidor, caso contrário ele terá receio de comprar de você, então é fundamental ter uma boa participação nas redes sociais, além de atender bem e oferecer um produto ou serviço compatível com as necessidades do seu consumidor.
Ainda não anuncia na internet? Tá esperando o quê? Entre em contato com um de nossos consultores de marketing digital e saiba qual a melhor forma de investir na internet.
Lead é uma expressão em inglês que significa “conduzir”, no marketing a ideia do lead é a mesma, conduzir clientes em potencial até a minha empresa, mas como faço para atrair as pessoas até a minha empresa? Como eu levo as pessoas até a minha empresa usando a internet? É isso que iremos explicar a seguir.
Geração de leads
No meio digital, a geração de leads é basicamente fazer com que uma pessoa tenha interesse de se cadastrar em um site ou lista de e-mails para receber informações de um determinado serviço ou produto.
Para gerar leads são usadas diversas técnicas de marketing digital como:
SEO (Otimização de Sites para Mecanismos de Busca);
Indicação de cliente (boca-a-boca, compartilhamento em redes sociais).
Como gerar o interesse em sua marca ou empresa
Para receber alguma coisa você precisa dar algo em troca, certo? Mas o que sua empresa pode oferecer para conquistar um cliente? Isso vai depender do seu negócio, mas algumas possibilidades são:
Solicitar o cadastro para receber um e-book com informações sobre as melhores formas de utilizar um determinado produto
Informações detalhadas sobre um produto com objetivo de solicitação de orçamento.
Promoções que dependam do cadastro no site para participação.
Independente da ação que seja realizada o importante é que o conteúdo recebido pelo cliente em potencial seja de alta qualidade, afinal, ele fará uma referência entre o conteúdo oferecido com o serviço oferecido, um conteúdo bom é sinal que o produto ou serviço é bem feito.
Funil de vendas
Vender não é fácil, a geração de lead é o início desse processo de vendas. Após você conquistar a atenção de um cliente em potencial é preciso convencer que seu produto é mais vantajoso que a concorrência, convencendo o cliente ele ainda tem chances de não comprar, por simples desistência.
Sabemos que nem todas as pessoas que nós atingirmos farão contato com a empresa, e que nem todas as pessoas que entram em contato estão realmente interessadas, e que nem todos os interessados efetivam uma compra. Perceberam que ao decorrer do processo o número de pessoas vai afunilando, esse processo é chamado de funil de vendas. Veja uma simulação do funil de vendas abaixo.
Uma locadora de veículos deseja vender um carro pela internet realizar uma divulgação usando publicidade com Facebook ADS. A compra de um carro geralmente demanda pesquisa e não é comprada por impulso, por isso a compra não é feita de forma imediata. Vamos supor que a campanha impactou 1.000 pessoas, confira como funciona o funil de vendas neste caso.
1.000 pessoas são impactadas em uma divulgação (Contato inicial)
100 ficam interessadas no serviço divulgado (Lead/Prospect )
10 demonstram interesse no produto divulgado e efetuam o contato com a empresa (Lead Qualificado/Cliente em potencial)
03 pessoas realizam uma contraproposta com a locadora (Negociação)
01 pessoa efetua a compra após entrar em contato (Efetuação da compra)
Gerando Leads com Links Patrocinados
Nas campanhas de links patrocinados você paga por leads gerados, esses leads podem ser visualizações, geralmente você oferece um lance para cada mil pessoas que visualiza a sua página (CPM – Custo por Mil) ou pode ser por cliques, sendo a cobrança por cada visitante gerado em seu site (CPC – Custo por cliques), saiba mais em nosso post CPM, CPC e CTR… O que é?.
O custo do investimento depende muito do segmento de atuação, concorrência e disponibilidade de investimento. É possível iniciar uma campanha no Facebook com investimento diário de R$1,00, já o custo por clique no AdWords pode varia de R$0,01 até R$20,00, o comum é que o custo por clique seja entre 0,30 e R$2,00.
Para obter um resultado positivo é preciso que o lucro das vendas seja superior ao valor do investimento, mas para isso é preciso criar vantagens competitivas como promoção, diferencial no produto/serviço ou preços inferiores ao da concorrência.
Agora que você já sabe o que é lead, gostaríamos de saber se você já realiza essas ações em sua empresa ou se já pensou em fazer. Deixe o seu comentário ou fale conosco por meio do nosso formulário de contato para trocarmos experiências.
O Remarketing é um formato de publicidade onde os anúncios são exibidos através de cookies, arquivos que são gravados no computador para capturar dados de navegação do usuário da internet, com isso as publicidades são exibidas para os usuários de acordo com os sites visitados por ele. Você já deve ter entrado no site de uma empresa e depois visualizado anúncios desta empresa em diversos sites, ou dentro do Facebook, esses anúncios são conhecidos como Remarketing.
Como os anúncios no formato de remarketing usam dados de navegação de um usuário para exibir anúncios (com fins comerciais) este tipo de publicidade estaria violando o sigilo e a privacidade descrita Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965) que entrou em vigor no dia 23/06/2014.
O Marco Civil da Internet será o fim do Remarketing?
Alguns acreditam que é possível que o remarketing acabe ou que sofra alterações na forma de captura de dados, no entanto, é difícil acreditar em uma proibição de um modelo de anúncio usado por duas grandes empresas mundiais, sem contar que não está claro na lei que tipo de dados devem ser mantidos em sigilo.
Empresas como Google e Facebook se blindam contra estes tipos de proibições em seus termos e condições de uso, ao criar uma conta em um dos serviços do Google ou Facebook o usuário permite que você disponibilize seus dados para uso comercial. Por isso as atividades de remarketing ficam amparadas no Art. 7º, Inc. VII da Lei nº 12.965, “Não fornecimento a terceiros de seus dados pessoais, inclusive registros de conexão, e de acesso a aplicações de internet, salvo mediante consentimento livre, expresso e informado ou nas hipóteses previstas em lei;”.
O remarketing é uma forma de segmentação de publicidade online do Google AdWords e Facebook ADS que exibe anúncios personalizados para seus visitantes, mas eles também oferecem outras formas de segmentação de anúncios como:
Assunto (tópicos e Interesses);
Sexo;
Idade;
Data;
Local;
Palavra-chave;
Canais (escolha de sites parceiros);
Dispositivo (tipo de aparelho, sistema operacional, operadora).
Todas essas informações também são dados de usuários, a diferença é que esses dados não são coletados e direcionados de forma individual, como é o caso do Remarketing, seria uma forma de selecionar um público-alvo, assim como já é feito na segmentação de outros meios de comunicação de massa, como por exemplo a televisão onde o público-alvo é determinado de acordo com o dia e horário e canal de veiculação, por isso estas formas de segmentação não seriam impactadas pelo Marco Civil da Internet.
Descumprimento da lei
Em alguns casos a não há uma punição definida para quem descumprir a lei do Marco Civil da Internet, o que será feito é a avaliação da gravidade da infração e os danos provocados ou possíveis vantagens conquistadas para assim determinar qual a punição adequada.
No entanto quem descumprir os direitos de privacidade do usuário pode sofrer punições que vão desde uma advertência até proibição de exercício das atividades da empresa, como pode ser visto no Art. 12º da Lei nº 12.965 detalhado abaixo:
I – advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;
II – multa de até 10% (dez por cento) do faturamento do grupo econômico no Brasil no seu último exercício, excluídos os tributos, considerados a condição econômica do infrator e o princípio da proporcionalidade entre a gravidade da falta e a intensidade da sanção;
III – suspensão temporária das atividades que envolvam os atos previstos no art. 11; ou
IV – proibição de exercício das atividades que envolvam os atos previstos no art. 11.
Com repercussão do Marco Civil da Internet é possível que a publicidade online tenha uma autorregulamentação em breve, assim como acontece com a publicidade de massa com o CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, e com o e-mail marketing que é regulamentada pela ABEMD – Associação Brasileira de Marketing Direto.
Os anúncios por Links patrocinados são um dos formatos mais comuns de publicidade online. Basicamente os links patrocinados são anúncios com textos ou imagens de tamanhos padronizados que são visíveis de acordo com a segmentação de sua campanha de marketing digital.
Os links patrocinados têm como objetivo fazer com que você tenha um maior alcance de seus anúncios em mecanismos de busca, sites de parceiros e público determinado de uma rede social. Para anunciar é preciso ter um cadastro em uma das empresas que oferece esse tipo de serviço de anúncios.
Existem diversas empresas que oferecem anúncios de links patrocinados, cada empresa adota um formato próprio de segmentação, entre as empresas estão: Google, Microsoft (MSN/Bing/Yahoo), UOL, Facebook, LinkedIn entre outros. A escolha de qual empresa iniciar as suas campanhas de marketing digital de links patrocinados dependerá de qual público-alvo pretende-se atingir.
A seguir vamos falar um pouco de cada uma das principais empresas e seus serviços de links patrocinados.
Google AdWords e Bing Ads
O Google AdWords é o serviço do Google para realização de todos os formatos de anúncios que envolve a empresa. Com certeza você já viu um destes anúncios do Google, talvez você não saiba o tamanho do alcance destes anúncios.
Os anúncios que você visualiza em uma busca no Google, buscadores parceiros do Google (ASK, IG Buscas, AVG Secue Search), banner em websites parceiros com banners do Google Adsense (conhecido para os anunciantes como Rede Display), os Resultados no Google Shopping, os anúncios antes dos vídeos do YouTube, propagandas em aplicativos no sistema operacional Android, todos estes anúncios são publicados através do Google AdWords.
O Bing ADS tem um sistema muito semelhante ao do Google AdWords, mas os seus anúncios aparecem em resultados na busca dos sites MSN, Bing e Yahoo. O Bing ADS possui um nível de visualização inferior ao Google AdWords devido ao Volume de busca.
Forma de Cobrança:
Os anúncios do Google AdWords e Bing ADS são cobrados por meio de CPC – Custo Por Clique, na rede de pesquisa os anúncios são exibidos de acordo com a palavra-chave escolhida, o custo da palavra-chave dependerá do nível de concorrência, número de empresas que também estão anunciando com a mesmo termo ou palavra-chave.
Os anúncios podem ser segmentados de diversas formas entre elas, localidade, idioma, aparelho (computadores/notebook, celulares, tablets), entre outros.
Já na Rede Display de Display do Google pode ser anunciada através de escolha de palavras chaves, Canais (escolha de sites parceiros que oferecem anuncio do Google AdSense), Tópicos (Segmentação de acordo com o temas abordados pelo site), Remarketing (apenas pessoas que visitaram uma determinada página de seu site), além de segmentações de sexo e idade (apenas usuários logados em uma conta Google).
Alguns seguimentos onde há pouca competição os o clique pode sair por até R$0,01, em outros o anúncio pode chegar a custar acima de R$20,00 o clique como, por exemplo, o termo “hospedagem para sites”. No entanto a média do CPC fica entre R$0,60 e R$1,50 na maior parte dos segmentos de mercado.
UOL Cliques
Antigamente era chamado de Uol Links Patrocinados, era um sistema complexo e exigia muito conhecimento e auxilio de consultores do UOL para conquistar bons resultados. O sistema não apenas mudou de nome, mas também ficou mais simples publicar anúncios.
O formato do anúncio é através de um título e duas linhas de texto, semelhante ao do Google AdWords e Bing ADS, mas o seu diferencial é que o anúncio de texto pode conter uma imagem com tamanho de 110x80px, o que faz o anúncio ser mais atrativo.
Outro diferencialdo Uol Cliques é que ele possui uma categoria de segmentação de anúncios para maiores de 18 anos, ou seja, voltado para conteúdo relacionado a sexo, como sex shops, produtos eróticos, ótima opção para quem tem um negócio neste segmento.
Forma de Cobrança:
Os anúncios do UOL Cliques são cobrados por meio de CPC – Custo Por Clique com orçamento diário mínimo de R$5,00 e podem ser divididos em três segmentações aceitas no UOL Cliques:
Páginas do UOL e sites parceiros: Permite que seu anúncio apareça nas diversas páginas do UOL e de seus sites parceiros, através de segmentação de assuntos e palavras-chaves e filtros Estado e cidade.
Webmail e Bate-papo: Os anúncios aparecerão nos e-mails e chat do UOL, estes podem ser segmentados por sexo, idade, Estado, cidade e até bairro.
Divulgação livre: Indicados para campanhas sem segmentação, nele modelo os anúncio são exibidos para toda a rede de anúncios do UOL, indicados para campanhas de alto investimento diário.
Facebook ADS
O Facebook ADS é o sistema de links patrocinados do Facebook é um dos formatos de anúncio que mais está crescendo, assim como a participação na Rede Social. São três formas de exibição de anúncios, Feed de notícias em computadores desktop (Computadores e Notebooks), Feed de notícias dispositivos móveis (Celulares, Smartphones e Tablets) e Coluna à direita em computadores desktop (Computadores e Notebooks).
É possível que em breve a empresa invista em uma forma de publicidade também no Instagram e WhatApp que também são aplicativos da empresa Facebook.
Forma de Cobrança:
Você pode determinar um investimento diário, mensal ou vitalício para uma destas campanhas no Facebook ADS. No total são oito formas de interação com os integrantes do Facebook, são elas:
Envolvimento com a publicação (Curtir, compartilhar, clicar na foto, clicar no link, comentar)
Curtidas na Página
Cliques no site
Conversões no site (Meta a ser realizada dentro do site)
Instalações do aplicativo
Envolvimento com o aplicativo
Participações no evento
Obtenções da oferta (promover uma oferta no Facebook)
Os anúncios do Google são cobrados de três formas diferentes CPC – Custo Por Clique, CPM – Custo Por Mil impressões e CPM Otimizado – Lance por conversão no site (preciso configurar um pixel de conversão).
Os anúncios podem ser segmentados de diversas formas entre elas, localidade, idioma, sexo, interesses (assunto em que a pessoa interagiu recentemente), remarketing (apenas pessoas presentes no Facebook que já acessaram uma determinada página do seu site), entre outros.
O custo da campanha dependerá do seguimento atuante, quanto maior a concorrência e mais restrito for seu público, mais caro será a sua campanha. É possível realizar campanhas de “curtidas na página” que a curtida fique R$ 0,01, mas isso pode trazer pessoas que não interaja com a sua página futuramente, o que fará o alcance orgânico da página diminuir. Geralmente a média do custo da curtida fica entre R$0,25 e R$0,75 a curtida.
LinkedIn ADS
O foco desta rede social é negócios, empresas e serviços, sendo assim os anúncios também devem ser voltados para esse público consumidor. Os principais tipos de anúncios exibidos no LinkedIn são voltados a eventos e cursos profissionalizantes.
Os anúncios são exibidos nos Perfis, página inicial, caixa de entrada (Página de convites e mensagens de outros integrantes da rede social), grupos e resultado de pesquisa.
Página de perfil – página exibida quando o usuário visualiza o perfil de outros usuários do LinkedIn.
Página inicial – a página exibida quando o usuário entra no LinkedIn.
Caixa de entrada – página que contém as mensagens e convites de conexão do usuário.
Resultados de pesquisa – as páginas com os resultados de uma pesquisa pelo nome de um usuário.
Grupos – as páginas do grupo ou grupos a que o usuário pertence.
Anúncios de Texto – Texto com link na página inicial, pode ser otimizada com a logomarca (CPC – Custo por Clique).
Forma de Cobrança:
São duas formas de anunciar: Criação de um novo anuncio por meio de texto, imagem ou vídeo e Atualização Patrocinada, no qual é selecionada uma atualização feita na rede social para impulsionar as visualizações, fazendo com que mais pessoas vejam o que foi publicado por você.
A segmentação é feita por meio de Localidade(Continente, País ou Estado), Empresas (Nome, Setor ou Tamanho da empresa) e Função de trabalho e/ou nível de experiência.
Devido ao público muito segmentado da rede social o CPC é elevado, tendo como lance mínimo o valor de R$ 4,00. O investimento mínimo da dos anúncios do LinkedIn ADS é deR$20,00, mas o indicado um investimento diário mínimo de R$50,00.
O LinkedIn ADS é uma ótima ferramenta para conquistar contatos de qualidade para o seu negócio, no entanto é preciso ter um cuidado especial com o planejamento de campanha antes de anunciar no LinkedIn ADS, afinal, como já foi visto o investimento é bem elevado se comparado com os outros formatos de Links Patrociados.
Conclusão
Os Links Patrocinados são ótimas ferramentas para ampliar a visibilidade do seu negócio e alavancar as vendas em curto prazo. É preciso ter um planejamento eficiente para determinar o melhor local para se anunciar e realizar um investimento valha a pena.
Espero que você tenha gostado deste post, deixe seu comentário abaixo sobre o que você achou deste conteúdo, sua opinião é fundamental para oferecermos conteúdos com qualidade e relevante.
Precisando de ajuda para criar seus anúncios de Links Patrocinados, entre em contato conosco, vamos encontrar a melhor solução para o seu negócio.
Para quem acabou de cair de paraquedas na área de Marketing Digital, de cara é bom entender alguns termos que é padrão na internet tanto para medir o valor pago em uma mídia veiculada na rede, quanto mensurar a qualidade e efetividade dos seus anúncios. Para isso devemos saber a definição de três termos básicos que a maioria dos veículos da internet usa como base.
CPM (Custo por Mil)
Normalmente para compra de banners em portais a forma em que é mensurado o preço a pagar é através do CPM , que significa Custo Por Mil, isto é a cada mil impressões do seu anúncio, é cobrado um valor. Exemplo: Você tem um banner no terra.com.br e o CPM custa R$ 0,30 , fazendo uma suposição que o Terra tenha um milhão de visualizações por dia, o seu gasto diário seria de R$ 300,00.
Seguindo a mesma linha do CPM o CPC é também uma forma de mensurar o gasto de um anúncio/publicidade veiculado em algum player, diferente do CPM que gasta sem precisar que o usuário tenha alguma interação com a publicidade, o CPC só cobra a partir do momento que a pessoa clica no anúncio. Exemplo: Você tem um full banner no terra e o CPC custa R$ 0,30, se o seu banner teve 800 cliques no dia o seu gasto foi de R$ 240,00.
CPC = R$ 0,30
Cliques= 800
Gasto diário = R$ 0,30 * 800 = R$ 240,00
CTR (Clickthrough rate)
Diferente do CPC e do CPM o CTR não serve para medir o valor gasto com um anúncio, o CTR é a taxa de clique que você teve em uma publicidade, ela é usada para mensurar a qualidade da sua propaganda. Exemplo: O seu anúncio no terra teve um CTR de 3%, para chegar nesse valor, sabemos que o seu banner teve 3 mil visualizações e dessa quantidade, resultou em 90 cliques.
Visualizações= 3000
Cliques= 90
CTR=( 90*100) / 3000 = 3%
Esses são alguns termos que você precisa saber para entrar nessa área, tem algum outro termo que tem dúvida? Faça um comentário, será um prazer responder.
Comércio eletrônico, e-commerce, loja virtual são nomes dados para uma empresa que comercializa produtos ou serviços pela internet. Um comércio eletrônico é muito mais parecido como uma empresa física do que você imagina, caso você já tenha uma loja física pense que sua loja virtual será uma filial na internet, você precisará criar um plano de negócio, divulgar, investir tempo e dinheiro. Uma loja em um bairro sem vizinhança e sem divulgação não vende, assim como uma empresa online desconhecida.
De início parece algo simples, basta criar um site, colocar os produtos a venda e pronto. Porém não é tão simples assim! Basicamente todos os comércios eletrônicos funcionam da mesma forma: Uma empresa investe em uma plataforma de venda; a empresa disponibiliza seus produtos e/ou serviços nesta plataforma; a empresa faz a sua divulgação da sua plataforma com os produtos e/ou serviços; Após o consumidor escolher o produto e/ou serviço e direcionado um para um meio de pagamento; o pagamento é realizado; por fim, o consumidor recebe seu produto e serviço.
Para ter sucesso, primeiro é preciso elaborar um plano de comunicação digital para sua empresa, assim como nas empresas físicas, as pessoas precisam saber que o seu negócio existe e que é vantajoso para elas, antes é preciso identificar a persona (público-alvo com informações detalhadas sobre o seu comportamento), para isso algumas perguntas devem ser respondidas:
Qual é o perfil do meu cliente?
Quais são os seus costumes?
O que eles costumam fazer na internet?
Como abordar esse potencial cliente?
Para saber como elaborar uma persona e sua importância no Marketing Digital, acesse o artigo que criamos sobre o assunto aqui.
Isto é apenas uma introdução, a seguir vamos dividir os ponto mais importantes que você precisa analisar para o funcionamento do seu comércio eletrônico. Dividiremos nas seguintes etapas;
Planejamento e Modelo de negócios
Tecnologia e Plataforma
Integrações e Logística
Comunicação Visual
Gestão do Conteúdo e Promoção
Analise de Resultados
Planejamento e Modelo de negócios
O primeiro passo é você definir o seu modelo de negócio. Então responda as seguintes perguntas:
– Pretendo oferecer produtos ou serviços?
– O que você pretende entregar de valor para seus clientes?
– Quais serão os canais de venda?
– Quais serão os canais comunicação entre você e seu cliente?
– Quais serão as fontes de renda de sua empresa?
– Como serão organizados os recursos humanos, físicos, intelectual e financeiro da empresa?
– Como serão definidos os produtos de entrada, Cross selling e upselling?
– Quais serão as empresas parceiras e fornecedores?
– Qual será sua área de atuação (Cidades, estados ou países)?
– Quais serão as formas de divulgação do meu negócio?
– Qual é a estrutura necessária para manter o meu negócio?
– Qual será o custo de operação?
– Qual é a previsão de alcançar o ponto de equilíbrio?
– Como será controlado o Fluxo de Pedidos?
– Como será feira a logística reversa?
– Como será realizada a análise de risco e controle de fraudes?
Após conhecer o seu cliente é hora de decidir como investir na internet, este é o momento de identificar qual será a melhor plataforma de desenvolvimento de sites a ser usada, essa decisão será tomada de acordo com o seu plano de negócio, se você pretende ter um negócio pequeno e vender poucos produtos é possível recorrer a plataformas prontas disponíveis na internet, mas se o seu negócio está em constante evolução o ideal é usar uma plataforma sobre medida criada de acordo com a sua necessidade. Na escolha da plataforma você deve estar atento no custo envolvidos como hospedagem, domínio, manutenção e serviços de helpdesk entre outras tarifas que podem ser cobradas.
Tecnologia e Plataforma
No momento do desenvolvimento de seu comércio eletrônico é importante saber o que ele terá de conteúdo e como ele será disponibilizado para o seu cliente, isto envolve textos informativos, imagens e vídeos. Um bom conteúdo é fundamental para a fidelização de seu cliente e também para os mecanismos de busca, como o Google, encontrar a sua empresa na internet.
Preocupe-se com a usabilidade do seu site, o conteúdo deve estar bem estruturado, pois não adianta ter um bom conteúdo se o seu cliente não o encontra, lembre-se que sua loja não tem um vendedor para mostrar onde estão os seus produtos, por isso pense como o seu cliente, evite termos muito técnicos, mas quando for inevitável o uso destes termos explique o que significa com outras palavras.
A concorrência na Internet é enorme, os usuários de Internet geralmente não avisam que não gostaram, simplesmente saem do seu site e não voltam. Para que isso não aconteça no seu site peça para uma pessoa que não esteja envolvida com o comércio eletrônico navegar pelo site, veja quais são as suas dúvidas, suas dificuldades em realizar uma compra, caso essa pessoa tenha alguma dificuldade em seu site, muito provável que seus clientes também terão.
Existem diversas plataformas de comércio eletrônicos disponíveis no mercado. Você precisará escolher a plataforma que mais se adeque com o seu modelo de negócio. A Seguir vou exemplificar, de forma simplificada, três modelos de negócios completamente diferentes.
Loja de Roupas
Uma loja de pode ser um mercado de abrangência nacional. Entre os recursos necessários em sua plataforma estão: estoque, categorização de produtos, diferenciação de cor, cálculo de frete, área do cliente, descrições técnicas, foto, meios de pagamento como boleto, depósito em conta ou cartão de crédito e débito.
Cursos online
Em uma escola online pode ser um mercado de abrangência nacional ou até mundial, caso os seus cursos sejam legendados ou dublados em outros idiomas. Entre os recursos necessários em sua plataforma estão: área do aluno, área de cadastro do curso com sequência do conteúdo programático, cadastro de material de apoio, agendamento de horário com tutor, pagamento recorrente e/ou tradicional (boleto, depósito em conta ou cartão de crédito e débito), definição de prazo validade de realização do curso, certificado virtual
Pizzaria
Uma pizzaria de pode ser um mercado de abrangência intermunicipal, municipal ou local (bairro). Entre os recursos necessários em sua plataforma estão: Área de pedido do cliente, cadastro de sabores, cadastro de adicionais, cadastro de produtos complementares como bebidas, cálculo de preço em pizzas de com mais de um sabor, taxa de entrega de acordo com distância do local de entrega, restrição de compra por faixa de CEP, pagamento on-line ou na entrega, cardápio, meio de pagamento de aprovação imediata (exclui pagamentos com boletos e débito em conta).
Resumo:
Note que nestes três exemplos existem particularidades que o sistema de sua plataforma precisa ter para atender os seus clientes. Aqui na Shape Web temos uma plataforma de e-commerce própria e desenvolvemos funcionalidades de acordo com a necessidade do seu modelo de negócio. Entre em contato conosco e saiba mais!
Integrações e Logística
Definir a logística da sua empresa é fundamental antes mesmo de você escolher a plataforma. Ou seja, se você tem uma Pizzaria, não adianta a plataforma der apenas a opção de entrega de PAC ou SEDEX. Seu modelo de negócio pode ser apenas de realizar o pedido pelo site e fazer a retirada e pagamento no balcão, para isso a sua plataforma deve estar pronta para atender suas necessidades.
Entre os principais pontos importantes que você precisa analisar na logística são:
Controle de operações (ERP)
Relacionamento com o cliente (CRM)
Gerenciador de conteúdo (CMS)
Armazenamento e controle de estoque
Cálculo de impostos
Emissão de notas fiscais (NF-e)
Embalagens
Opções de Entrega e cálculo de frete
Políticas de compra, entrega, devolução e redução de custos
Indicadores de Performance
Comunicação Visual
É nesta etapa que entra a criação da identidade visual, layout de sites, usabilidade. Todo o conceito da marca será definido neste momento, tudo será desenvolvido para proporcionar a melhor experiência do cliente com a empresa.
São planejados pontos como:
Navegação do cliente no site
Hierarquia de conteúdo
Experiência em dispositivos diferentes (Computador, tablet, celular, smarphone, televisão…)
Gestão do Conteúdo e Promoção
Um comércio eletrônico é processo dinâmico, sua manutenção e organização é constante. Entre os itens importantes que devem ser levados em consideração para a sua produção de conteúdo promocional e institucional são:
Produção de fotos, vídeos, imagens, textos para divulgação de produtos e serviços
Descritivo funcionais de produtos e serviços
Informações técnicas produtos e serviços
Criação de normas, políticas e regulamentos
Definição de validade e garantias
Gerenciamento da comunicação (Facebook, Instagram, Google ADS, YouTube, Blog…)
Definição do orçamento para investimentos de anúncios
Analise de Resultados
A realização da mensuração de resultados é indispensável para a manutenção do seu comércio eletrônico. É por meio da mensuração que você conseguirá identificar os resultados obtidos, eficiência do seu comércio eletrônico e verificar o que pode ser aperfeiçoado em sua gestão.
Existem diversos recursos e ferramentas na internet que auxiliam na mensuração do resultados do seu comércio eletrônico. Entre os principais pontos a serem analisados estão:
Relatório de Vendas (ERP)
Web Analytics (Google Analytics, Facebook Analytics…)
ROI (Receita/Valor total Investidos)
ROAS (Receita/Valor publicitário total Investidos)
Dicas para o sucesso de seu comércio eletrônico
Crie conteúdo que seja relevante para o seu cliente
Cuide da imagem de sua empresa nas mídias sociais (leia mais)
Conquiste links de sites e blogs que abordem assuntos semelhantes ao que você vende.
Tenha produtos em estoque, assim você não correrá riscos de atraso na entrega.
Crie um padrão para as imagens do seu site, deixe-os produtos na mesma posição, cor de fundo, e tamanho,
Invista em dispositivos móveis, cada dia mais as pessoas usam a internet de celular, smartphone e tablet.
Não abuse das cores em seu site.
Não use banners coloridos piscando, isso não chama atenção deixa seu cliente irritado.
Quais são os tipos de comércio eletrônico?
Existem diversos tipos de comércio eletrônico, abaixo vou falar resumidamente sobre os seis modelos mais convencionais que encontramos na internet:
B2C – Business-to-Consumer
Formato de comercialização de produtos e ou serviços de empresa para consumidor final. Formato mais tradicional das lojas virtuais varejistas.
B2B – Business-to-Business
Formato de comercialização de produtos e ou serviços de empresa para empresa. Geralmente empresas de suprimentos para empresas ou de comercialização de produtos para revenda.
C2C – Consumer-to-Consumer
Formato de comercialização de produtos e ou serviços de um indivíduo diretamente para um consumidor. Um exemplo são os sites como OLX e Mercado Livre.
C2B – Consumer-to-Business
Formato de comércio eletrônico com case no sistema crowdsourcing, onde um conjunto de indivíduos se reúnem para disponibilizar seus produtos ou serviços para compras para empresas adquirirem. Um grande exemplo são os bancos de imagens.
B2A – Business-to-Administration
Formato de comércio eletrônico que trabalha com transações entre empresas e administração pública. Alguns exemplos são: documentos legais, serviços fiscais, serviços de empregos, segurança social, registros, entre outros.
C2A – Consumer-to-Administration
Formato de comércio eletrônico que trabalha com transações entre indivíduos e administração pública. Exemplos estão contas de água, esgoto, luz e impostos.
Quais são os modelos de comércio eletrônico?
O comércio eletrônico pode ser realizado em diversas plataformas diferentes. Em alguns casos são criadas plataformas exclusivas para atender um tipo de dispositivo, entre os mais comuns estão:
M-Commerce (Mobile commerce)
Modelo de comércio eletrônico onde a transação é originada de um dispositivo móvel, como o smartphone ou tablet. Podendo ele ser por meio de um aplicativo, site mobile ou site responsivo.
S-Commerce: (Social commerce)
Modelo de comércio eletrônico onde se utilizam as redes sociais para realizar vendas, atrair novos e fidelizar os clientes. Ex: o Facebook, que disponibiliza a sua área de vendas dentro da plataforma.
T-Commerce: (Television commerce)
Modelo de comércio eletrônico onde se utiliza a TV Digital para a realizar a venda de produtos que estejam sendo apresentados em algum programa ou adquirir filmes ou canais PPV (Pay-per-view).
Comércio eletrônico sob medida
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